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::: Mais um da Madame:

Rútilo escuro.
Então eu olho o mundo e em mim tem ainda tanto do que não se explica e eu fico com medo de seguir adiante e perder-te para sempre e abre-se sob os pés uma fenda de paradoxo e dúvida, em que a vida escoa se estanco e esvai-se se eu tento agarrar-me a ela. Já consumi todas as palavras, todos os teus nomes, no infindar de porquês. Sei que isso só se faz possível no espaço contíguo dos nossos corpos e que esse tudo de mim é nada a sós. Disso também sabes. Meus braços se estendem no escuro para o caso de lembrares o caminho de casa.

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