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To miss or not to miss…

::: I don't miss who I was when I was with him. Not-at-all. Happy 😀
(comentários feitos a esse post, da Mme Mean)
 
belly comentou:
Não se sente saudade do outro. Ou: não se sente saudade só do outro.
Sente-se saudade *principalmente* de quem se era quando se estava com o outro.
belly
às 02:11 de 06.07.2007
 
Victor comentou:
Belly tem razão, pelo menos segundo o sujeito que mais manjava de amor na literatura, o Proust. Amamos no outro a imagem que ele ama de nós mesmos. O outro é uma chave ou convite para um mundo inteiro, que julgamos mágico e especial, e cujo acesso de outra forma consideramos nos ser inacessível, até proibido. E esse outro mundo é justamente um universo à parte do ordinário, em que nós somos especiais; em que nós, pelos olhos do outros, somos pintados com tintas de cores vibrantes. Estou mais ou menos resumindo o que o Proust disse em alguns parágrafos dos dois primeiros livros do "Em Procura…".

Victor
às 09:29 de 06.07.2007
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