rina pri

Confissões inconfessáveis

::: Tenho que admitir: já não gosto mais tanto dos meus cabelos curtos. Estou até querendo que ele cresça rápido! Não é que tenha me arrependido do corte, no way. Mas acho que cansei, passou a época, vai saber. Inclusive vi uma foto hoje do meu cabelo castanho (na época que pintei da cor errada) e me deu uma vontade… quem sabe, né! rssss. Agora preciso pensar no cabelo comprido… ok, não compriiiiiiiiido, mais compridinho que atualmente. Na nuca, quem sabe? Na bunda, quem sabe… hahahah.

***
Deve ser a chuva. rsrsrs. Aliás, essa chuva veio pra coroar meu dia tediosérrimo. Não fui trabalhar de manhã, morguei a tarde toda em casa,  a única parte “”””produtiva”””” foi assistir Miss Congeniality (entendeu o porquê de tantas aspas?). Mas o bom mesmo foi ir encontrar com a Jana, de noite – happy hour, 21h tava voltando. Muito papo, muitas idéias trocadas. Boas perspectivas de sociedade. Ó que legal!

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7 thoughts on “Confissões inconfessáveis”

  1. Aron, eu amo a minha vida. Com todos os problemas, perrengues e dúvidas que tenho nela. Me amo, inclusive por gostar de mudar (e olha que isso é uma parte pequenina de mim). Até mesmo nos dias mais tediosos e nas épocas mais blue, mais monocromáticas, mais melancólicas. Até disso, que pra muitos podem parecer defeitos, eu gosto em mim e não os acho defeitos, mas sim traços da minha imperfeita personalidade.

    Agora, pergunta de volta: por quê?

  2. Uma impressão que você causa em mim. Subjetiva, claro, mas nem por isso não importante ou não interessante.

    Você busca tudo e obtém tudo. Não há nada que você queira que você não consiga. Não sossega; anseia; suga. Medo de não ter o que buscar. Inquietude por ter o que buscar e não conseguir.

    Seus limites são amplos e óbvios. Pelo menos é o que você imagina que as pessoas imaginam sobre você. Se questionam, tocam, mexem, sua cara de “ué” as desestabilizam.

    Estas são só elocubrações minhas, reveladas porque sua postura de vida me permite.

    Então, você me diz que gosta disso. Bom.

    P.S.: Vale lembrar que “tudo” e “nada” são pronomes indefinidos.

  3. Aron, vc é psicólogo, psiquiatra ou algo do gênero? Rsss. Pois tem uma percepção bastante boa, viu… percepção interessante, sim, e importante, ao menos pra mim. Gosto muito de saber como os outros me vêem – ainda que não consigam/possam/queiram me ver por inteiro.
    Ansiedade é uma característica que luto pra mudar – ou ao menos diminuir.
    Mas quanto a buscar e obter tudo, e conseguir tudo o que quero, acho que não é muito assim. Talvez infelizmente… talvez, porque ouvir nãos faz parte de viver. E faz bem, vez ou outra.
    Eu juro que queria me enxergar com limites mais amplos. E mais óbvios também…
    (cara de “ué” foi ótimo!).

  4. *fazendo cara de ué*

    Olha, eu sei que eu sou o mais suspeito pra falar pois AMODORO (amo+adoro) o teu cabelo curto. E não só o teu propriamente dito, mas sim mulheres com tal corte.

    Mas isso é claro, cortou, cresceu.
    E o mais engraçado? Tem um contraponto na minha vida: eu prefiro mil vezes o meu cabelo comprido! Apesar que hoje ele se encontra curto, BEM curto! Aliás, a calvície me espera…..benditas as mulheres que quase não tem problema com isso!

    Bendito fruto….seja comprido, ou curto.

    😉

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