rina pri

::: Dia esquisito… de querer sair e não, de querer falar e não, de querer sentir e não ter (pior do que a escolha do não). Dia de olhar pra uma possibilidade e ver que, definitivamente, não, porque preciso querer o melhor e sei que não era. Dia de poder não ficar só e querer. De precisar fazer e não conseguir. De chorar sem saber, de doer. Dia de doer por um querido. Por escolhas dos outros. Por impotência. Mas não uma impotência real, pois é algo que eu não tenho e não devo interferir. Dia de ganhar mais consciência que eu não sou mãe do mundo e, por isso, não tenho que proteger o mundo. De que eu perdi e, por mais que eu saiba, ter dúvida se realmente é melhor assim. Dia de ver que eu importo demais e que, no geral, as pessoas não. Mas dia, também, de encontrar quem se importe, de maneira tão sutil – e não são, pois, essas sutilezas que abrilhanam a vida? Dia de andar alheia a tudo. De estar ali, mas não. Dias assim me deixam um pouco preocupada (não pelas importâncias e sutilezas, claro). Mas pode ser só carência, no final… e eu até prefereria mesmo e torço para que seja só isso. Porque assim será só. E não novamente…

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