Publicado por: Rina Pri | 02/10/2008

::: Porque durante um bom tempo eu tive um “Pedro”. Aquela coisa de confundir o momento com a pessoa etc e tal. Mas ainda bem que a gente muda e aprende. E eu aprendi a diferenciar uma coisa da outra e hoje vivo muito mais feliz. Com saudade do Pedro-Sentimento e feliz pela vida que segue, sem o Pedro-Pessoa. Leia, porque vale MUITO a pena.

Só que este sentir-se maior e mais possível não precisa atender pelo nome alguém específico. É injusto até com o pobre do Pedro, que já nem lembra mais que você existe e está tentando, do jeito dele, ser feliz e namorar e tocar a vida da forma que consegue. É mais injusto ainda com você que perpetua essa equação em que felicidade = o outro. E passa anos infeliz, sem saber que a felicidade muda de nome conforme você a experimenta, e se ontem foi Pedro ou Luíza, hoje pode ser Ana ou Roberto e amanhã pode ser Fernando ou Maria. E nenhuma dessas pessoas terá a chance de te conhecer e, de repente, te fazer feliz se você não se der conta de que está buscando reviver um momento que não mais existe. A Ana, o Roberto, o Fernando e a Maria agradecem. E o Pedro também.

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