rina pri

Por aí…

::: Dormi à tarde. Muito. Parece que ver a monografia terminar me relaxou de tal forma que desde ontem eu to com sono. Ontem deitei às 21h30, 22h apaguei e hoje eu quase nao consegui abrir os olhos. Bocejei a manhã toda. Tive que deitar à tarde. Acordei já de noite. Sensaçao de dia perdido… mas enfim. Hoje abri mao de cinco materias que tinha pego de freela. Cinco! Graninha bacana, mas ou eu bem termino a faculdade (tcc, prova, trabalhos) ou trabalho. Cinco matérias pequenas, mas pra dia 5. Até dava pra fazer, mas nao bem feito. Ia ficar doida e ainda com tudo atrasado e atropelado. Entao… decisões que a gente precisa tomar pra tocar a vida… o que casa direitinho com esse texto que catei da Dani Mart:

Meu nome é uma palavra
por Maria Sanz Martins – Revista.AG – 16/11/2008

Vou fazer toda diferença em sua vida agora, apesar de na aparência ser apenas um abstrato substantivo. Daqui, do alto da minha importância, enxergo sua cara fechada pela angustia que te consome.

Chegou a hora. Não sei se devo, mas quero te dar um conselho – que é melhor que consolo -, aproveite a ventania que te apavora para respirar fundo, fechar os olhos e encher de fôlego o peito. Não tem jeito. Você cresceu e agora precisa descer. Escolha um lado do muro e coloque os dois pés no chão. Mas, vou logo dizendo, venha preparado. Uma vez em terra firme, será preciso correr um bocado.

Sei que tenho a péssima fama de vilã, mas, acredite, quero tranqüilizar você. Não, não estou dizendo que vai ser fácil. Aliás, como se sabe, qualquer coisa dessa natureza é pra lá de complicado… (É, não poderia ser diferente com o aquilo que se proclama ser ‘ para todo o sempre’).

Farejo daqui o seu medo. Tsc , pudera, sua matéria é mole. É feito de água, pele, carne e sangue. Aliás, no ser humano,consistência é o que há de menos – tem lá um tanto nos ossos, um pouco nas unhas e outro tanto nos dentes. De resto, é pura inconsistência – desde a matéria molenga, passando pelas idéias mutantes até os contraditórios sentimentos.

Sei que para enganar a própria fragilidade e, é claro, se proteger, – ( sabe-se lá do que )- te ensinaram que é preciso fincar verdades sólidas ao redor de si. E construir uma cerca tão alta e tão forte que garanta abrigo – mesmo sob o risco de não conseguir jamais sair dali.

Portanto, antes de descer do muro, olhe bem para os dois lados e perceba qual deles te mete mais medo. Procure entender este óbvio sinal (acredite no barulho que vem do peito – debaixo dele mora uma bomba violenta escondida sob um músculo vermelho).

Saiba ainda que, pra lá ou pra cá, esse ou aquele, medicina ou comunicação, ela ou ele, direito ou esquerdo. O lado não me importa. Eu serei sua. Acertando ou errando, caminhando ou tropeçando, serei sua, ainda assim. Se sim ou se não, estarei lá fincada no chão. Sempre sua. Meu nome é uma palavra a ser tomada. Eu me chamo Decisão.

Anúncios

1 thought on “Por aí…”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s