rina pri

Final de Semana

::: Fomos pra Campos/RJ. Eu e meus pais, meu irmão mais velho, Luiz, e Nayara. Fomos fazer a visita inaugural no apartamento do meu irmão do meio, Luciano. E visitar a sobrinha, objetivo maior e mais digno 😛

O apartamento é lindo e grande – mas não maior que o de Vitória (ops, Vila Velha), que era gigantesco. No final, acho que é do mesmo tamanho – muito grande. Ana Luiza que adora, anda de bicicleta pela sala, que ainda tá meio vazia.

O fds foi ótimo e delicioso – tirando as partes em que estava dentro do carro, porque meu pai reclama demais e volta e meia mamãe entra na onda, em umas discussões completamente descabidas.

Aninha, a menina do olho verde e da sobrancelha loirinha (nova feature que ela adora destacar), tá cada dia mais linda e esperta. Tá indo na escola – que é só atravessar a rua de casa. Censa – Centro Educacional N. Sra. Aparecida. Ela tá adorando, mas Elaine, minha cunhada, disse que ela vai de 8 a 80 na questão adaptação: às vezes dá tchau no portão, outras cai num berreiro e chora desesperadamente.

Olha a gostosa mais gostosa da titia:

Com papai Lúcio, e cansada de tirar fotos (ahhhh me deixa! Praticamente isso!!); pose com papai; momento raro: ela apagou, no almoço (ela nao apaga nunca); a geladeira nova (juro que não é um PC); vovô Pedro dormindo, vovó Genia (Eugenia, né. Chamam de Gena. Ela, de Genia).

O ponto mais dolorido – número 1 – foi eu ter prendido o dedinho dela na porta… eu fui ao banheiro, ela foi atrás e queria me ajudar a fechar a porta. Eu fui empurrando, por dentro, e ela, por fora, puxando. Mas deixou o indicador na dobradiça da porta :S:S:S Imagina o tanto que ela chorou? Eu me segurei, fui lá, pedi desculpas, expliquei que não foi por querer. Mas vai colocar isso na cabecinha de uma dolorida de 3 anos… demorou umas 2h pra ela voltar às boas comigo. Mas daí, também, não tinha pra ninguém. 😀

Eu dormi na bicama do quarto dela. Ela, na cama de cima, inventava de me dar “só mais um beijinho” e se jogava por cima. Não queria dormir (eu tava podre de sono às 23h!), ficava brincando. Descobriu meu Palm e quis brincar também (coloquei Bejewled pra ela! Heh! E ela brincou!). Daí pedi pra dormir, pq realmente não aguentava mais. Isso era +- 23h40. Jesus, o que a falta de conexão à internet no laptop nao faz!!!

É, lá eu não tinha o note. Levei, pra mostrar um negócio pro meu irmão Luiz – coisa que nem fiz -, mas nem liguei. E nao tinha wifi em casa. Nem conexão via cabo. Nem tempo pra conectar, nem necessidade. Acompanhei um pouco o Twitter e emails pelo celular (viva meu smartphone!). Consegui, em Campos, chegar a 91% do meu pacote de dados (50MB). Juro que não tinha consumido tanto antes desse fds 😛

O momento mais dolorido ever – número 2 – foi a despedida. O apressado do meu pai quis pegar a estrada logo depois do almoço, ou seja, não voltamos ao apartamento. Almoço, sorvete e, depois, rua. Daí, na despedida, Ana Luiza armou um chororô enorme. Pura saudade in advanced. Gente, que dó. Que dóóóóóóóó!

Acho que ela nunca experimentou despedida assim. Afinal, a gente tava na casa dela. Dormiu lá. Acordou lá. E, de repente, todo mundo indo embora. Que dó.

E até isso foi bom. Aprendizados…

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