rina pri

Diga “trinta e três”

::: Fazer 33 anos não é fácil. É muito tempo de vida. É muita história, é muita água debaixo da ponte, é muito tudo. E não é nada, né? Se eu parar pra pensar que minha mãe tem 70, minha vó 90 e meu vô 95, ter 33 não é nada MESMO. Mas tudo depende do referencial…

Ao mesmo tempo, fazer 33 anos é fácil. Está fácil. E acho que posso dizer que “tem sido” fácil. Vejo algumas amigas falando em “crise” e em “medo” dos 30, mas eu não consigo enxergar como estaria mais feliz do que agora.

Eu mudei muito nos últimos anos. Aprendi a ser eu, a ser só (no sentido de viver bem comigo mesma, independente da companhia). Aprendi a ser maior que as imposições da sociedade e, em certos aspectos, fiquei realmente muito crítica (ainda não encontrei o tal do equilíbrio). Mudei algumas coisas em mim que ainda me assustam. Aprendi até a ser fria! Ok, ok, só um pouquinho-inho, mas ser minimamente analítica estava fazendo falta. E percebi também que não mudei tanto assim.

Ao mudar, de dentro pra fora, de cidade, de casa, de guarda-roupa e de estilo de vida, percebi que a melhor coisa que tenho feito nos ultimos anos é me manter fiel a mim mesma. Isso tem feito muita diferença. Me aceitar, assumir os meus riscos.

Fazer 33 anos não é fácil. Mas tem sido tão bom, tão bom, que eu jamais desejaria ter 23 de novo. Ok, talvez o corpo dos 23. Mas de forma nenhuma trocaria aquele corpo pela pessoa que sou hoje.

Parabéns pra mim, então 🙂

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