Publicado por: Rina Pri | 19/07/2013

Dias de ostra

::: Os dias têm sido longos e cansativos. Além do trabalho, estou fazendo um curso intensivo de marketing digital, com vários módulos. Conclusão: 4 noites por semana estou lá de 19h às 23h. Ok, nem todas as noites (3 faltas em 3 semanas) e nem até as 23h (sempre saio pelas 22h/22h30). But yet, to lá.

Nessa de fazer o curso eu chego em casa pra dormir. É mudar de roupa, fazer o processo “vou dormir” (xixi, lavar o rosto, escovar os dentes, passar cremes, tirar as lentes, colocar a placa de bruxismo, banho ou não) e deitar. E, na maioria dos dias, mal consigo dar aquela última olhadinha nas redes sociais no celular. Capotagem, a gente vê por aqui.

Como para fazer o curso eu tenho que sair até 18h30 do trabalho, tenho me forçado a chegar mais cedo que o costume – veja bem, o escritório abre 9h, eu geralmente chego 10h. Mas tenho chegado 9h, né. Ou 9h30. Enfim. Isso me deixa com pelo menos uma hora de sono.

Além de tudo isso, estou fechando revista – PRA VARIAR. São duas revistas, gente, E-Commerce Brasil e iMasters, uma bimestral e a outra trimestral. Mas pra mim, que to cuidando do processo todo, a coisa é DIÁRIA. E se em junho a Mari tava de férias e eu atrasei a Revista iMasters pra não correr riscos com a E-Commerce Brasil (tem que estar na mão dia 01/8, porque dia 3 é o Fórum), agora em julho eu to correndo pra tirar um pouco o atraso da iMasters.

ENFIM

Tenho feito muita coisa, mas só de trabalho. Só. Trabalho. Porque o curso não deixa de ser pro trabalho.

E aí que ando tão cansada que essa semana resolvi puxar o freio na vida social. Já que não dá pra me livrar do trabalho, resolvi ficar quieta com as pessoas. Veja bem, eu participo de alguns grupos – tenho 1 muito ativo no FB, e a gente até fala de coisa séria. Tem ao menos um, no whatsapp, que é de besteira pura. Outro é praticamente um grupo de apoio mútuo, mais uns 3 ou 4, põe aí uns 6 grupos ativos (e beeem ativos). Fora os que não rola aquela conversa, que são mais dicas e discussões bastante pontuais.

Aí eu me desliguei. Os grupos no Whatsapp tão todos no mudo. Facebook tá fechado desde ontem – ajuda a manter o foco no trabalho ao evitar a tentação. Como preciso acompanhar a página do iMasters, entro várias vezes por dia, e aí nessa respondo o que tiver de chat. Mas é só.

Na verdade, deixei apenas 2 grupos “vivos” essa semana – o tal de apoio mútuo (e a semana foi ruim pra todos os 4 participantes, não só pra mim. um dando suporte pro outro, coisa linda <3) e um outro que é de moderadores. Eu podia até ter pedido uma “licença”, mas quem participa é bacana e a conversa não é intensa. Fiquei assim. Nem com meu irmão eu falei essa semana, não mais que 5 palavras – e olha que a gente se fala sempre.

E hoje, no final do dia, ter ficado “muda” foi uma boa experiência. Claro que senti falta – ainda que eu tenha acompanhado as conversas, rapidinho e sem interação, fez bastante falta. Mas foi bom. Eu estava mais descansada. Ficar reclusa, nesse momento, foi importante, foi “descansante”. Mesmo que o meu desejo tenha sido, durante todos os dias, de conversas específicas, nem essas eu não tentei. Quem me chamava, eu respondia. Quem deixava quieto, quieto ficava.

Eu sei que não falta muito. Na próxima semana eu termino a Revista iMasters (vai faltar aprovar a diagramação e enviar pra gráfica, mas isso é o de menos). No oooutro sábado é o Fórum E-Commerce Brasil e mais uma coisa se vai. Daí eu terei 1 semaninha de férias em agosto. Depois vem o final de setembro com nosso evento internacional e aí minhas férias “longas”, de 10 dias, com direito a viagem.

Claro que eu não vou esperar até a metade de outubro pra estar “bem”. Amanhã, sábado, eu já vou dormir “a vida toda”, domingo também. Meus compromissos serão dentro de casa (ensaiar, arrumar umas coisinhas, ver seriados), talvez dar uma volta. Amanhã eu estarei melhor – não sei se falante, mas melhor. A cada deadline que falei, um pouco melhor. A cada dia, menos cansada (até porque o curso acaba semana que vem e eu terei minha vida de volta ao “normal”).

Se eu fosse poeta, diria que falta pouco pra eu ter uma pérola pronta – não é assim, as ostras fazem pérolas como uma forma de defesa etc. Como não sou, digo apenas que em alguns dias tudo vai ficar bem. Mas, por hoje, ficarei quietinha aqui.


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